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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Patrik 1.5

Como sempre, quando não tenho o que fazer de final de semana, faço maratona de filmes no Netflix. Hoje apareceu esse Patrik 1.5 como sugestão, a sinopse dele me chamou atenção, é um filme suéco sobre um casal homossexual que quer adotar uma criança, aparece um Patrik que eles acham ter 1 ano e meio, mas quando o menino chega na casa deles, eles descobrem que é um adolescente de 15 anos, e ainda por cima descobrem que o menino é homofóbico.



Olha, não sei por que o Netflix não indicou esse filme antes, tem tudo a ver comigo, com os filmes que eu assisto, até com o meu trabalho na prefeitura! haha Muito bom. O filme todo mostra vários preconceitos de todos os lados, mas nada que fuja ao que aconteceria no nosso dia a dia.

Logo no começo, Göran, que é o personagem principal, está numa festa com a vizinhança e perguntam sobre sua "esposa", quando ele apresenta Sven, que é seu marido. Todos já demonstram preconceito. O casal junto é um fofo, Göran principalmente, dá vontade de abraçá-lo o tempo todo. Sven demonstra diversos problemas de comportamento, é agressivo, tem problema com bebida, além de ter uma filha adolescente de um relacionamento passado, que também demonstra ser bastante preconceituosa, dizendo que tem vergonha deles.

Quando eles recebem a carta da assistência social, eles ficam super felizes que vão adotar uma criança, só que, aparentemente foi um erro de digitação, e Patrik 1.5, na verdade tem 15 anos, e não 1.5 anos, como dizia na carta. A família tem vários conflitos, Patrik não aceita estar na casa de um casal homossexual e Sven, por sua vez, também não quer um "delinquente" na sua casa, inclusive, propõe turnos para dormir, com medo que Patrik possa atacá-los, pois Patrik tem um histórico criminoso.

O filme flui, é muito gostoso de assistir, apesar da temática polêmica, blá blá blá casal gay adotando e adolescente rebelde "marginal", o filme aborda os assuntos de forma simples, cotidiana, sem nenhuma cena absurda e sem ficar fazendo diálogos forçados, cheios de presunção e lições de moral. Eles não mostram nada disso, são só situações de conflito e pessoas tentando contorná-las da forma que podem conforme sua história de vida.

Eu gostei demais, dei 5 estrelas pra ele lá no Netflix, recomendo!


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Eu odeio o dia dos Namorados

Hoje é sábado, e é dia 14 de fevereiro, e lá na gringa é dia dos namorados, então na Fox está passando uma maratona de filmes que tem a ver com amor, dia dos namorados, casamento e tal. E estava passando esse filme, como é dia de preguiça e eu estou na cama o dia todo, e meu notebook está HORRÍVEL e o netflix fica lerdo, eu resolvi ver o que passava mesmo.

A sinopse eu peguei daqui


Genevieve (Nia Vardalos) é dona de uma floricultura e adora tudo relacionado ao Dia dos Namorados, afinal de contas é a época em que tem um grande aumento nas vendas. Para relacionamentos ela segue uma receita até então infalível: tem apenas cinco encontros, o que evita que passe pelo sofrimento inevitável dos romances. Isto faz com que ela se torne uma espécie de conselheira sentimental, para amigos e vizinhos. Quando Greg (John Corbett) abre um restaurante próximo, Genevieve logo percebe que ele tem dificuldades com mulheres. Ela explica sua tática e eles decidem aproveitar os cinco encontros. Só que ele deseja continuar o relacionamento, o que faz com que ela se depare com seus medos.







Tem muito cara de filme chatinho e clichê né (não que não seja clichê), e no começo a personagem Genevieve só repete o tempo todo o quanto é feliz e o quanto não precisa de relacionamento, e eu só pensava "pqp que menina CHATA". E eu amo reclamar de filmes e enredos, mas tenho que confessar, me peguei dando risadinhas e me identificando com algumas cenas! "A menina que tem tudo sob controle é super feliz e não se apaixona" conhece o "cara que sempre se apaixona e finge que não quer nada com ela" e ela se apaixona e blá blá blá. OBEVEO que vão ficar juntos.
Assim, claro que é uma caricatura, mas realmente é assim que algumas pessoas vivem, achando que estão no controle, que não vão se apaixonar, que estar sempre sozinha é lindo. E às vezes aquela pessoa que sempre te põe pra cima, que aconselha todo mundo, que está "sempre bem", fica mal também e quer ajuda. No final o filme é uma gracinha, na verdade ainda está passando, então pode-se dizer que não é daqueles que super prendem a atenção. haha

Mas que lembra que to doida por um romance fofo. :~ aiai. Sinceramente, é um saco se apaixonar, mas também é uma delícia, né? Vou lá terminar de assistir...  :p

domingo, 9 de março de 2014

Resenha: 300 A Ascensão do Império

Bom, ontem fui no cinema assistir a "continuação" de 300.

Eu não vi muita propaganda, nem muito trailer nem nada, mas como 300 é bom pra caramba, tinha que ver esse né.




Logo no começo já desanima, fica uma meia hora só com uma pessoa narrando o que tá acontecendo, aí eu penso, ela tá dando uma aula de história? Ela tá lendo um livro? Fica tanto tempo com uma terceira pessoa narrando que uma hora eu pensei que o filme todo ia ser assim!

Depois que acaba a "leitura" e a gente acha que vai começar história, não tem história direito, é tudo mal explicado, não dá pra se relacionar com personagem nenhum, são todos sem personalidade, ou com a personalidade forçada demais. O filme é entupido de imagens fortes, mas é tão forçado e tantas vezes repetidamente jogam imagens forte na nossa cara que tem uma hora que nem impactam mais, "ah tá, cortaram outro membro de um ser humano fora".



A hora que era pra gente ficar triste porque um cara importante morre, o que realmente acontece é que o espectador nem lembra quem é esse cara direito e nem porque ele é importante, e não sabe quem é filho dele e qual tá triste de verdade.

Tem uma grande batalha em alto mar que é bem legal, as outras ficam repetitivas, e todas as cenas com a Artemísia são absurdamente forçadas.



Eu só não digo que perdi meu tempo assistindo porque eu realmente gosto de reclamar! E claro, porque meu amor tava do meu lado e os nuggets do MC estavam deliciosos. Fora isso era melhor eu ter ficado em casa (com a mesma companhia) e assistido Game of Thrones.