quarta-feira, 5 de novembro de 2014

desabafo

Me foi dito que eu podia me abrir, que eu podia deixar o sentimento fluir que não havia problema, que eu estava em campo seguro que iam tomar conta do meu coração. Aí na hora que eu estou mais vulnerável e entregue, o que eu descubro é que meus sentimentos são massantes e que os expresso em demasia. Não sei se me sinto brava ou triste, ou seria uma mistura dos dois?

Outra coisa que me deixou intrigada, é por que uma pessoa faz tanta questão de uma data, e quando ela chega, não faz questão da sua presença? Eu entendo, entendo mesmo que há horas em que não se está afim de ver uma pessoa, normal, mas nessa data? Exatamente nessa data?

Eu estava lá na minha casinha de vidro, esperando pra tomar um chá com bonecas de porcelana, e você chegou com martelos e bolas demolidoras... Agora eu não sei o que restou.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Resenha do livro - Todo dia - D. Levithan



Título: Todo Dia
Autor: David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 280
Ano: 2013

Todo dia A acorda em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.





Ai, que delicinha de livro, deixa eu começar dizendo que comecei a ler ser pretensão nenhuma. Mas li em um dia de tão gostoso.

É um livro ao mesmo tempo leve e profundo, trata dos mais diversos assuntos com a simplicidade de uma criança. Amor, preconceito, destino, moral, religião. Recomento!

Eu não chorei, como incitou o crítico na contracapa, mas não deixei de me emocionar.

"O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si (...) o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local que deveria ter estado"

Complemento dizendo que no final ele diz que o universo na verdade, não está nem aí pra gente, a gente que tem que lutar pra se manter com quem a gente gosta ;)

"Na minha experiência, desejo e desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. (...) Não entendo por que isso é tão complicado, quando é tão óbvio."

Não sou de acreditar em destino, mas bem que encaixou com o que eu precisava ler. ;)
Só recomendo.

Obs.: Deixa eu termina com um comentário aleatório, toda vez que vou ler o nome LEVITHAN, eu acidentalmente falo LEVIATAN e penso em Grand Chase HIDUSHAUISDH


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Eu não sou a Summer

Sei que todo mundo já viu 500 dias com ela, não vou me dar ao trabalho de fazer resenha nem nada, e se você ainda não viu (por que não? Tem a Zooey..), meu resumo é esse: um menino mega apaixonado (Tom) conhece uma menina que ele acha que é perfeita (Summer), acha que vai casar com ela e tal. Só que o filme todo ela fala que não, que eles são amigos e que ela não quer nada sério. Aí quando ele acha que eles vão ficar juntos pra sempre, ela aparece noiva de outra pessoa.


E é isso gente, a gente passa vida inteira achando que é uma Summer da vida, só que quando aparece alguém que desmorona teu mundo, você vira um Tom rapidinho.


Você constrói uma imagem bitch, que faz o que quer, mas na hora que tem que ser bitch, vira uma menininha de 15 anos ciumenta...

E é isso. Vão se foder.